What’s for lunch?
“Ask not what you can do for your country. Ask what’s for lunch.” Orson Welles
Jeitosa, simpática e bonita mulher almoçando num restaurante aqui perto enquanto comentava sozinha a programação da TV no recinto.
“Ask not what you can do for your country. Ask what’s for lunch.” Orson Welles
Jeitosa, simpática e bonita mulher almoçando num restaurante aqui perto enquanto comentava sozinha a programação da TV no recinto.
Acho que a última vez que eu desenhei os Caça-Fantasmas foi quando eu tinha uns 10 anos. Era desanimador, nunca ficava bom porque não dava pra saber direito como eram os detalhes dos equipamentos. Hoje com uma tonelada de referências na internet é bem mais legal.
Foi num final de domingo em São Carlos, todo mundo na mesa digerindo o churrasco, alguém (claro) vendo o Faustão, e eu desenhando um simpático diabinho queixudo, um pouco com cara de Hellboy, enquanto decidia se a gente voltava pra São Paulo no domingo ou na segunda cedo. Acho sempre muito feio quando vejo o jeito que eu seguro a lapiseira em fotos. Dá pra ver nessas que minha irmã tirou e acabaram aqui cumprindo função de making of. Ela tem um Flickr legal tb, caso alguém queira dar uma olhada.

Diburros en Santiago – Chile
Passei o réveillon de 2009 / 2010 em Santiago no Chile, junto com o Gustavo e nossas respectivas. Foi bacana, entre um vinho aqui, um barros luco ali, acabei fazendo alguns rabiscos e voltando são e sóbrio. Nem dois meses depois caiu o mundo por lá. A cidade aguentou bem, mas pela internet, vários lugares por onde eu passei estavam meio detonados. As fachadas pelo menos.
Enfim, como dizia um antigo ditado chileno fixado na parede do hotel “en caso de incendio o terremoto utilizar las escaleras”.